Arlanda é o principal aeroporto internacional da Suécia e a base das operações da SAS e da Norwegian no país, servindo as rotas domésticas para Gotemburgo e o norte a par de serviços europeus e de longo curso. Os terminais estão dispersos: o 4 e o 5 ficam próximos, enquanto o 2 e o 3 exigem uma caminhada ou uma curta viagem de autocarro — diferença que conta quando se muda de terminal com pouco tempo. O acesso ferroviário é excelente, mas com dois níveis de preço, já que o expresso e os comboios regionais mais baratos usam as mesmas plataformas subterrâneas.
A Suécia aplica o Regulamento (CE) n.º 261/2004 como Estado-Membro da UE, cobrindo todas as partidas de Arlanda e as chegadas operadas por transportadoras europeias. Os voos domésticos suecos e as rotas nórdicas situam-se no escalão de 250€, a maioria dos destinos europeus no de 400€ e o longo curso no de 600€, com base no atraso à chegada e não à partida. Os pedidos de indemnização na Suécia são frequentemente levados à comissão nacional de litígios de consumo, enquanto a Agência Sueca dos Transportes atua como autoridade de fiscalização do Regulamento. Aplica-se normalmente um prazo de três anos.
Se for remarcado para um voo de outro terminal, conte com tempo real para a mudança e recorde que uma partida perdida por causa de uma remarcação tardia da companhia continua a ser problema da companhia. Guarde o cartão de embarque do voo que não fez e também o do voo que acabou por fazer, pois ambos são necessários para determinar a duração do atraso. Se um voo noturno for cancelado, peça alojamento antes de sair do terminal: o reembolso posterior é possível, mas muito mais lento do que a reserva feita diretamente pela companhia.

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