Fiumicino é a principal porta internacional de Itália e a base a partir da qual a ITA Airways opera a sua rede de longo curso. Os Terminais 1 e 3 concentram a maior parte do tráfego: o Terminal 1 foi reconstruído para os voos Schengen e o Terminal 3 acolhe as partidas intercontinentais. O número de passageiros voltou a subir acima dos 40 milhões e o aeroporto tornou-se um vencedor habitual de prémios europeus de qualidade de serviço.
Todos os voos que partem de Fiumicino estão abrangidos pelo CE 261/2004. Roma–Barcelona ou Roma–Paris dão 250€, Roma–Estocolmo ou Roma–Tenerife 400€ e as rotas de longo curso da ITA para Nova Iorque, São Paulo ou Tóquio 600€ — sempre em função do atraso com que chega ao destino final. As greves são recorrentes na aviação italiana e, quando quem faz greve é o pessoal da própria companhia operadora, o Tribunal de Justiça já decidiu que a indemnização continua a ser devida.
As greves nacionais em Itália são anunciadas com antecedência e as companhias são obrigadas a publicar a lista de voos cancelados; se foi reencaminhado para mais de um dia depois, pergunte por alternativas noutra transportadora ou opte pelo reembolso total. Tenha presente que os tribunais italianos aplicam em regra um prazo de prescrição de dois anos aos pedidos de passageiros aéreos, muito mais curto do que em França ou em Espanha, pelo que não deve deixar a documentação parada. A ENAC é a autoridade nacional competente para os voos com partida em Itália.

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