
A KLM Royal Dutch Airlines opera sem interrupção desde 1919 e fundiu-se com a Air France em 2004 para formar a Air France-KLM, mantendo marca, hub e gestão próprios. Todo o seu modelo depende do tráfego de transferência em Schiphol, onde a configuração compacta de terminal único permite ligações curtas entre voos europeus de alimentação e partidas de longo curso para a Ásia, África e as Américas. A KLM Cityhopper opera as rotas europeias de menor procura com jatos Embraer e números de voo KL.
A KLM é uma transportadora da UE, pelo que o Regulamento CE 261/2004 cobre as partidas de Schiphol e de outros aeroportos da União e as chegadas provenientes de fora da UE, como Nairobi, Jacarta ou Cidade do México. Os atrasos de longo curso de 4 horas ou mais na chegada a Amesterdão valem 600€, enquanto um trecho curto da Cityhopper, como Amesterdão para Bruxelas ou Hamburgo, vale 250€ às 3 horas. As limitações de capacidade e a falta de pessoal de assistência em escala em Schiphol são causas frequentes, e os problemas imputáveis aos prestadores contratados pela própria companhia não são, em regra, circunstâncias extraordinárias.
Utilize a página de pedidos EU 261 da própria KLM e indique o código da reserva e o número de bilhete de cada passageiro; os voos com número KL operados pela KLM Cityhopper seguem o mesmo canal, não sendo necessário um pedido separado. Como o hub se apoia em ligações curtas, peça sempre por escrito a hora de chegada ao destino final, já que é esse valor, e não o atraso em Schiphol, que determina o patamar aplicável. Se a KLM contestar a causa, pode pedir à ILT, a autoridade neerlandesa de fiscalização, que reveja o processo, e a companhia tende a resolver o caso quando existe uma hora de chegada documentada.

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